O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, se manifestou sobre a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que é cobrado em transações de crédito, câmbio, seguros, investimentos, títulos e valores mobiliários.
Para ele, o imposto não deve ser usado com o objetivo de elevar a arrecadação, nem para substituir aumento de juros.
Galípolo manifestou receio de que a recente elevação do imposto seja interpretada pelos investidores internacionais como controle de capital.
“Eu sempre tive essa visão de que não deveria utilizar o IOF nem para questões arrecadatórias, nem para fazer algum tipo de apoio para a política monetária. É um imposto regulatório, como está bem definido”.
Em relação ao aumento do imposto sobre o crédito para empresas, o presidente do Banco Central disse que o ideal seria o tributo não afetar a escolha de onde o empresário vai pegar dinheiro emprestado.
Já sobre o impacto da medida sobre a economia, Galípolo falou que o BC será cuidadoso ao incorporar o aumento do IOF às projeções, até porque o governo e o Congresso constroem propostas alternativas.
Segundo ele, somente após o formato final da proposta a autoridade monetária analisará os efeitos sobre a inflação e o Produto Interno Bruto (PIB), que é soma dos bens e serviços produzidos no país.
Portal Guaíra com informações da EBC

![DALET IMPORTADOS (BANNER FULL) 09/03/2026 [WP #374044]](https://novo.portalguaira.com/publico/uploads/2026/04/69dd383a98f751.41644602-DALET-FULL-MARCO-26.png)
![ARMARINHO DAS ARTES (03/04/2023) [WP #334476]](https://novo.portalguaira.com/publico/uploads/2026/04/69dd38319b5481.50248026-ARMARINHO-DAS-ARTES-ABRIL-23.jpg)
![MERCOSUL FM [WP #334523]](https://novo.portalguaira.com/publico/uploads/2026/04/69dd3832e67839.27871355-mercosul-agosto-22.jpg)